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Sábado, 12 Maio 2012 18:50 |
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Os deputados já aprovaram a nova redacção do Código do Trabalho e introduziram as mudanças necessárias ao fim dos quatro feriados.
As alterações prevêem então o fim destas datas festivas a partir de 2013 mas nada dizem sobre o compromisso assumido entre Governo e Santa Sé de reavaliar o fim dos dois feriados religiosos a partir de 2018.
De acordo com o deputado do PSD Adão Silva, a nova redacção da lei refere apenas a eliminação dos quatro feriados (dois civis e dois religiosos), de forma simultânea, a partir de 2013. Quanto ao compromisso de reavaliar dentro de cinco anos a situação dos feriados religiosos, "essa é uma intenção do Governo" que "não está nem tinha de estar" na "nova letra da lei", continua o deputado. Nessa altura, caso se conclua que os feriados devem ser repostos, o Governo deverá apresentar nova alteração ao Código.
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Terça, 01 Maio 2012 10:03 |
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Para todos os contribuintes, o reembolso do IRS 2012 tem de ser feito até 31 de Julho através de transferência bancária.
Começa hoje o prazo para entrega pela internet do IRS dos contribuintes que em 2011 auferiram rendimentos de trabalho independente, rendas ou mais-valias de capitais.
Segunda-feira terminou o prazo para as entregas em papel dos trabalhadores independentes, mas os que optaram pela entrega pela Internet dispõem agora de um mês para acertar as suas contas.
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Segunda, 30 Abril 2012 12:13 |
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Os subsídios de Natal e férias serão repostos de forma gradual a partir de 2015 devendo os funcionários públicos voltar a auferir na íntegra do 13º e 14º meses apenas em 2018, indicou esta segunda-feira o ministro das Finanças, Vítor Gaspar.
«A reposição terá de ser gradual a partir de 2015. O ritmo será condicionado pelo espaço orçamental», disse o ministro, referindo que uma hipótese de trabalho prevê a reposição dos subsídios será realizada na cadência dos 25% ao ano.
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Domingo, 29 Abril 2012 09:23 |
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Há cada vez mais portugueses rendidos à banca online. Existem mais de seis milhões de contas bancárias desta natureza.
Não há muitos anos atrás, ir ao banco fazer um depósito, levantar dinheiro, pedir um livro de cheques ou fazer uma simples transferência bancária implicava longos minutos de espera, dado que as filas que se avolumavam à porta dos balcões dos bancos assim o exigiam. O tempo de espera era tanto maior à medida que se aproximava o fim do mês. Recorde-se na década de 80 ainda era comum fazer-se o pagamento dos salários em dinheiro, o que obrigava a que as pessoas fossem pelo menos uma vez por mês ao banco para depositarem o seu salário. Hoje, o panorama é bem diferente. A introdução de meios tecnológicos, como o aparecimento do multibanco e do serviço do ‘homebanking', mudou a forma como os portugueses lidam com os bancos. São cada vez mais as operações financeiras que são possíveis de executar à distância. Há clientes bancários que passam largos meses sem entrarem numa agência de um banco. Por isso não é de estranhar que sejam cada vez mais os portugueses que preferem executar operações financeiras através do site do seu banco. Os números do Banco de Portugal comprovam esta tendência. Em 2010 - os últimos dados disponíveis- existiam mais de seis milhões de contas bancárias com acesso por internet. O número tem crescido de forma exponencial nos últimos anos. Basta referir que em 2005, o número de contas bancárias ‘online' situava-se nos 3,3 milhões. Ou seja, em cinco anos, o número clientes que acedem ao banco através da internet praticamente duplicou.
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