Votos do utilizador: 0 / 5

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa

O que motiva os empregados a irem além da sua obrigação para fornecerem ao cliente uma experiênciaAward of Excellence fantástica?

A Disney conta a história de uma rapariguinha que visitava um parque temático e deixou cair a sua boneca favorita para trás de uma cerca. Como estava coberta de lama quando o pessoal de serviço a recuperou, fizeram-lhe um vestido novo, deram-lhe banho, pentearam-na e até lhe tiraram fotografias com outros bonecos da Disney antes de a entregarem à dona, ao fim da tarde. A mãe da menina descreveu o regresso da boneca como “magia pura”.

Os empregados do parque temático não consultaram um guião nem pediram conselho aos chefes. Fizeram o que fizeram porque, ir além da obrigação de cada um é uma coisa natural na Disney. Este género de devoção pelo serviço ao cliente paga os seus dividendos. Clientes emocionalmente envolvidos têm, em geral, três vezes mais probabilidades de recomendarem um produto e de voltarem a comprá-lo. Com um olho nesses benefícios, muitas empresas estão a tornar a experiência proporcionada ao cliente numa estratégia prioritária. Contudo, ainda lutam para que os seus esforços tenham efeito.

Votos do utilizador: 5 / 5

Estrela ativaEstrela ativaEstrela ativaEstrela ativaEstrela ativa

O Estado pode ficar com a casa, o dinheiro em impostos e até alguns feriados como já aconteceu nosau travail-42 últimos dois anos, mas, ainda há motivos para sorrir em 2014, pelo menos no que às pontes e aos fins de semana prolongados dizem respeito.

Ao todo, Portugal tem nove feriados nacionais em 2014. Na prática, contam só oito, já que a Páscoa calha sempre ao domingo. Quase duas mãos cheias de dias de descanso complementar, que, se olhar com atenção para o calendário, pode fazê-los render e amealhar mais uns dias de folgas extra.

O ano de 2014, marcado pela austeridade, começou desde logo em grande para muitas famílias, com direito a umas mini-férias. Aproveitando que as crianças estão sem aulas, muitos somaram ao feriado de dia 1 de janeiro, quarta-feira, a tolerância de ponto dada ao setor público (e por alguns privados) no dia 31 de dezembro, terça. Metendo um dia de férias na segunda 30, vão cinco sem trabalhar.

Votos do utilizador: 0 / 5

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa

A maioria dos diretores de recursos humanos defende que as tatuagens visíveis diminuem as hipóteses de um candidato ser contratado.nerd

"A influência da aparência vai para lá do processo de contratação. Tem um impacto na perceção na competência", afirma um especialista do Center for Professional Excellence, no York College of Pennsylvania, citado pelo Financial Times.

Também em Portugal, a Ryanair e Emirates, quando contratam não gostam de tatuagens. 

"Ninguém irá levar o outro a sério para uma parceria se este tiver uma tatuagem de um golfinho na mão", diz Bryan Mayou, um cirurgião plástico da Cadogan Clinic, em Londres.

Votos do utilizador: 5 / 5

Estrela ativaEstrela ativaEstrela ativaEstrela ativaEstrela ativa

A única vantagem que os homens têm sobre as mulheres é o facto de manifestações de arrogância seremhommes-11 confundidas com potencial de liderança

Existem três explicações populares para a clara sub-representação das mulheres nos cargos de gestão: (1) elas não são capazes; (2) elas não estão interessadas; (3) elas são capazes e estão interessadas mas não conseguem quebrar os “tetos de vidro”: barreiras de carreira invisíveis, baseadas em estereótipos prejudiciais, que impedem as mulheres de aceder aos postos de poder. Conservadores e chauvinistas tendem a apoiar a primeira hipótese, liberais e feministas preferem a terceira e os que se encontram algures entre uma coisa e outra são normalmente atraídos pela segunda. Porém, não estarão todos a ignorar o quadro mais geral?

Votos do utilizador: 0 / 5

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa

Durante 14 anos, foi CEO da TESCO e é um dos melhores líderes do Mundo.p persos-07

A Porto Business School trouxe Sir Terry Leahy ao Porto, este ano, para dar uma palestra sobre liderança na Casa da Música. O recém-retirado CEO da TESCO tem o mérito de ter levado a cadeia de supermercados britânica de uma posição estagnada no número três, há anos e anos, para a número um do Reino Unido, tendo sextuplicado o seu valor e sendo, hoje, uma das três maiores do Mundo. No final, Sir Terry Leahy ainda respondeu a questões do Dinheiro Vivo.

Como é que se motiva uma equipa para o objetivo da empresa?
Temos de ouvir as pessoas, em primeiro lugar, como expliquei na palestra. Temos de nos certificar que as pessoas têm formação para o que têm a fazer, que têm os instrumentos e meios de trabalho necessários para o que têm de fazer e que sabem o que têm de fazer, nomeadamente se são bem dirigidas.