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Todos pedimos favores, sejam pequenos ("podes fazer a conference call por mim?") ou grandes ("podesGift_Exchange apresentar-me àquele empresário de topo?"). O best-seller de Keith Ferrazzi Never Eat Alone sublinha essa interação: faz parte da natureza humana confiarmos na nossa rede de amigos, família e colegas para nos tornarem a vida mais fácil. Mas saber como pedir um favor pode fazer a maior diferença. Aqui ficam três conselhos para (quase) garantir o "sim".

1. Prepare o cenário. A expressão "preciso de um favor" é simples mas poderosa, já que sugere um contrato informal do qual se infere que, se me ajudarem hoje, eu poderei retribuir o gesto. Reconhecer que está a pedir um favor - e que o "sim" não é adquirido - implica reciprocidade. É importante não dar a entender que nos estamos a aproveitar dessa pessoa e permiter-lhe ter um momento para preparar a resposta. Seja esta "não me parece" ou "terei todo o gosto", é importante ser transparente e explicar a razão.

 

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Há comportamentos o local de trabalho que podemos julgar triviais ou pouco perturbadores, mas que podemBus3 contribuir de forma decisiva para o despedimento de um funcionário. Saiba o que não deve fazer e inteire-se aqui de como evitar engrossar as filas do centro de emprego mais próximo.

1. Divertir-se online durante o dia. Se está o dia todo no Messenger, a fazer compras em sites ou a passear pelo Facebook, saiba que isso lhe pode custar o emprego. Nunca utilize o seu computador de trabalho para fazer algo que queira longe dos olhos do seu chefe. Mesmo que ande à procura de trabalho.

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Contratar alguém pode ser uma tarefa demorada e desgastante. Numa situação ideal,First_Job_Interview encontra a pessoa perfeita para o cargo – alguém que passa à acção, aumenta o desempenho da sua unidade e alivia a sua carga de trabalho. No pior cenário, a sua contratação aparentemente perfeita revela-se o contrário, e obriga-o a passar meses a lidar com as consequências, incluindo encontrar um substituto. De qualquer forma, pode sentir a situação como um referendo ao seu bom senso. Como é que pode estar certo de que a sua experiência é mais parecida com o primeiro caso do que com o segundo? Se delinear e aderir a um processo disciplinado, poderá melhorar significativamente as suas hipóteses.

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Quando tem uma ideia e acredita nela, é fácil supor que será canja vê-la aprovada.p_persos-07 Porém, a aceitação tem menos que ver com a ideia em si do que com a forma como a apresenta. Se precisa de aprovação, não assuma que, só porque é brilhante, os outros vão vê-lo. Convença-os. O estilo pode ser tão importante como a substância. "As palavras têm importância", diz John Kotter, chief innovation officer na Kotter e professor na Harvard Business School. Muitas vezes, só tem uma oportunidade com o chefe ou com o grupo que decidirá o seu destino.

"As primeiras impressões são muito fortes e difíceis de contrariar", diz Michael Norton, professor associado de Administração de Empresas na Harvard Business School. Não se trata de empurrar a ideia e os seus méritos pela goela abaixo da assistência. Pense como pode guiá--la no processo de aprovação. "Quanto maior for a aposta, mais vale a pena investir nisso", diz Kotter. Aqui ficam cinco maneiras de dar uma oportunidade à sua proposta.

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Na comédia Chefes Intragáveis, três gestores terríveis fazem a vida negra aos empregados. O primeiro é umen_colere-11 executivo cruel que acena com promoções (que nunca acontecem) para conseguir tudo o que quer. O segundo é um viciado em cocaína que herdou o negócio de família. A terceira é uma ortodontista que assedia sexualmente o assistente. As vítimas não podem demitir-se, precisam do trabalho, por isso traçam um plano para acabar com os patrões.

Na vida real, um mau chefe é matéria para uma tragédia, não para comédias. Estudos revelam que metade dos trabalhadores americanos não se sentem realizados e isso é maioritariamente culpa de maus gestores.