Votos do utilizador: 5 / 5

Estrela ativaEstrela ativaEstrela ativaEstrela ativaEstrela ativa

Cada elemento do agregado familiar terá de discriminar estas despesas a partir do próximo anoeleves-33

As despesas de saúde e educação vão passar a ter de ser discriminadas por cada elemento do agregado familiar na declaração de IRS a partir de 2013, segundo os novos impressos publicados em Diário da República.

O anexo H do IRS, relativos às despesas que integram o conjunto das deduções e benefícios fiscais, prevê uma discriminação das despesas de saúde e de educação em função da pessoa que delas beneficie, nomeadamente sujeito passivo, dependente, dependente deficiente ou dependente em guarda conjunta.

Votos do utilizador: 5 / 5

Estrela ativaEstrela ativaEstrela ativaEstrela ativaEstrela ativa

Despesas que pode abater têm tetos cada vez mais baixos. E os benefícios fiscais estão também cada vez menores. Prepare-se!au travail-37

Faltam duas semanas para o final do ano. É o tempo que tem para reunir o máximo de faturas possível para deduzir no IRS que vai declarar daqui a alguns meses e maximizar o reembolso a receber. Mas fica o aviso: não conte com grande reembolso e provavelmente, já terá sorte se não tiver de pagar nada.

Este ano, os limites às deduções e aos benefícios fiscais são apertados. O Governo cortou os tetos em quase todas as categorias de despesas e o resultado é que a maioria das famílias poderá abater muito pouco.

Saúde: Pode deduzir 10% das despesas de saúde, até 838,33 euros. O limite sobe nas famílias com três ou mais dependentes: 30% do valor do indexante dos apoios sociais (IAS), ou seja, 125,77 euros por cada dependente. Se puder antecipar consultas ou exames, aproveite.

Votos do utilizador: 0 / 5

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa

Faltam sete semanas para o ano acabar e convém que mantenha o hábito de reunir o maior número de faturas possível dos gastos com educação e saúdes,au travail-30 pois estes permitem-lhe continuar reduzir o seu IRS. A grande diferença é que este ano há pela primeira vez limites para todas as despesas e um valor global de deduções menos generoso. A casa também deixa de ter a importância que teve até aqui. No máximo terá direito a abater entre 1.100 e 1.250 euros.

Limites
Até agora, era permitido à generalidade dos contribuintes somar o conjunto das deduções a que tinha direito através das despesas de saúde, casa e educação e pensões de alimentos. Com a entrada em vigor do Orçamento do Estado para 2012, apenas os contribuintes com rendimentos anuais coletáveis até 7410 euros não são abrangidos pelo novo esquema de tetos máximos. Para os que se integram entre os 3º e 6º escalão, passa a haver um limite global para o qual concorrem todas aquelas despesas, sendo que estes tetos (entre 1100 e 1250 euros) foram calculados de forma a que quem reúna o máximo de faturas com Educação já não consiga sequer beneficiar da totalidade da dedução permitida com o empréstimo ou a renda da casa ou abater as despesas com saúde.

Votos do utilizador: 5 / 5

Estrela ativaEstrela ativaEstrela ativaEstrela ativaEstrela ativa

A declaração de rendimentos que os contribuintes entregarem no próximo ano terá muitas alterações. eleves-08

O próximo ano será um dos mais duros para os contribuintes. Entre as medidas inscritas no Orçamento do Estado para este ano e que terão impacto no IRS a entregar em 2013 e as já anunciadas mudanças nos escalões do IRS para o ano, os contribuintes vão ser muito penalizados. Saiba o que muda e que deduções poderá aproveitar para diminuir o impacto da carga fiscal.

Votos do utilizador: 5 / 5

Estrela ativaEstrela ativaEstrela ativaEstrela ativaEstrela ativa

Saiba quais as principais medidas anunciadas hoje pelo primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho.en colere-09

Privado
Aumento da Taxa Social Única (TSU) paga pelos trabalhadores do sector privado de 11% para 18%. O que equivale a menos um salário anualmente.
Redução da contribuição das empresas para a Segurança Social de 23,75% para 18%. Uma folga financeira para as empresas que o Governo espera que contribua para a criação de emprego e estímulo à economia.

Público
O Governo vai manter corte de um dos subsídios. E vai repor o outro distribuindo-o por 12 meses de salários, montante sob o qual é aplicado o aumento da TSU em 7 pontos percentuais (também para 18%). Na prática continuam a receber menos dois salários anuais.