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Governo enviou na passada 6ª feira as taxas de retenção na fonte de IRS para aplicar aos salários eGoverno anuncia tabelas de retenção na fonte para IRS 2017 pensões ganhos ao longo deste ano, para publicação em Diário da República. Porém, tendo em conta que não houve mudanças de monta no imposto, estas resumem-se praticamente à actualização dos escalões à inflação.

A taxa de inflação a acutalizar é de 0,8% no valor dos escalões correspondendo à taxa de inflação de 2016, com que foi actualizada a própria tabela principal do IRS para 2017 e serve para garantir que quem tem um aumento médio alinhado com a inflação não será penalizado nos impostos por causa disso.

As taxas de retenção na fonte são formas de o Estado antecipar os impostos que tem a receber num ano, dividindo-o por prestações mais suaves, pelo que a factura final só é apurada no ano seguinte. É assim com o "IRS normal" e é assim com a sobretaxa, cujas novas tabelas também já podem ser consultadas.

A taxa de retenção na fonte a aplicar depende da situação familiar do trabalhador ou pensionista, do seu nível de rendimento e de saber se é o único titular de rendimentos na família.

O valor mensal da retenção resulta da multiplicação directa da taxa pelo salário ou pensão bruta.

Ilustrando com um exemplo: um casado, que não tenha filhos, onde os dois membros do agregado trabalham, e que tenha um rendimento bruto de 2.000 euros por mês, terá de ir à "Tabela III - trabalho dependente, Casado dois titulares", e procurar o nível de rendimento respectivo. A taxa de retenção mensal é de 23,5%, que se multiplica directamente sobre os 2.000 euros.

Fonte: Negócios