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Segunda, 27 Outubro 2008 18:54 |
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Reacções. CIP pede ponderação ao Governo
O primeiro-ministro, José Sócrates, adiantou, em entrevista ao DN, que o salário mínimo nacional (SMN) vai aumentar 5,6% para 450 euros, dando a entender que a actualização se fará, tal como em anos anteriores, logo em Janeiro. Mas se o valor do SMN para 2009 está definido desde Dezembro de 2006, quando foi assinado o acordo de concertação social para revalorização do ordenado mínimo praticável em Portugal, o mesmo não se pode dizer do mês em que esse aumento se opera. É precisamente aí que incidem as críticas da maior confederação patronal do País.
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Segunda, 27 Outubro 2008 18:50 |
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Desemprego. Anúncios de despedimento alastram por todo o mundo
É já uma certeza: o desemprego vai aumentar em Portugal. É isso que está a acontecer nas economias desenvolvidas e a razão é simples: a crise do sistema financeiro e bancário obrigou os bancos a fecharem a torneira do crédito às empresas e particulares, estrangulando a economia. Se não há crédito, há menos investimento e menos consumo. E se as empresas investem e vendem menos, então reduzem os postos de trabalho. E é assim que o desemprego cresce.
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Segunda, 27 Outubro 2008 18:48 |
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Segurança Social não será afectada
A actual crise financeira internacional não vai afectar a médio prazo o sistema de Segurança Social vigente em Portugal, "embora afecte a vida de todos", disse ontem o ministro do Trabalho e da Segurança Social. Vieira da Silva, que falava aos jornalistas no final de uma conferência internacional sobre A Economia Social, promovido pela Universidade Católica, em Lisboa, salientou a importância das mudanças registadas nas últimas décadas nas sociedades modernas, "que permitiram minimizar os efeitos de crise".
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Segunda, 27 Outubro 2008 18:45 |
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O Governo prometeu que até ao final da legislatura seriam criados 150 mil empregos.
O primeiro-ministro José Sócrates disse em entrevista ao Diário de Notícias e à TSF que foram criados 133 mil, mas admitiu que "a situação económica mundial" poderá dificultar o atingir da meta, assim como a intenção de diminuir o desemprego. Apesar do abrandamento do crescimento económico, deverão manter-se os investimentos em obras públicas como o TGV e as barragens que defende serem essenciais à economia portuguesa.
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