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Plano de IntegraçãoTrabalho
Formação específica dos quadros dos centros de emprego para a integração laboral dos imigrantes, reforço da actividade inspectiva sobre empresas que utilizem mão-de-obra ilegal e incentivo ao empreendedorismo empresarial dos imigrantes são algumas das medidas previstas no Plano de Integração, que entrou em vigor a 4 de Maio de 2007.

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Imigrantes representam 4,8% do desempregoOs brasileiros e os europeus de Leste são (também) os mais vulneráveis ao desemprego em Portugal. No biénio 2005-2006, búlgaros, romenos, moldavos e brasileiros registam os maiores aumentos no número de desempregados, enquanto na maioria dos outros grupos de estrangeiros há, no mesmo período, uma descida.

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Ser mãe a tempo inteiro é cada vez mais uma profissão adiada em PortugalEm Espanha, mais de 33 mil mulheres deixaram de trabalhar em 2007 para cuidar dos filhos. Em Portugal serão poucas, por razões financeiras e de autonomia, dizem os especialistas

As mulheres portuguesas que optam por ser mães vão ter a vida mais facilitada no tocante às tarefas domésticas e à conciliação da família com o trabalho. A revisão do Código do Trabalho, que está ainda em negociação com os parceiros sociais, propõe novos incentivos à presença do pai em casa nos meses a seguir ao parto e a possibilidade de alargamento da licença parental até aos 12 meses, desde que partilhada pelos cônjuges. Mas isso poderá não chegar para alterar o actual estado de coisas - em Portugal, serão muito poucas as mulheres que deixam de trabalhar para cuidar dos filhos.

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Organização de trabalho mais flexível evita despedimentosO ministro Vieira da Silva confia nas mudanças propostas para o Código do Trabalho. E quer novas regras em vigor já a partir de Janeiro de 2009

Com a proposta de revisão das leis laborais apresentada aos parceiros sociais, José Vieira da Silva está confiante que no dia 1 de Janeiro de 2009 o país vai ter novas regras para regular o mercado de trabalho. O ministro do Trabalho e da Solidariedade Social recusa que a questão que está em cima da mesa seja o despedimento individual e defende a flexibilização da organização do trabalho como espinha dorsal da proposta que vai começar a ser discutida por patrões e sindicatos.

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Recibos verdes saem mais carosObrigar as empresas a pagar parte das contribuições para a Segurança Social dos trabalhadores a recibo verde, forçá-las a provar que se trata de real trabalho independente e aumentar a taxa relativa a contratos a prazo, baixando as referentes a quem está nos quadros. As medidas visam a diminuir o trabalho precário e foram deixadas, ontem, pelo Governo nas mãos dos parceiros sociais. O primeiro-ministro, José Sócrates, disse estar aberto às propostas de sindicatos e entidades patronais, mas avisou que é tempo de acabar com "injustiças gritantes".