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Esta possibilidade é útil no caso de o comprador de um automóvel não ter mudado o registo de propriedade e de o vendedor continuar a ter de Mudar registo de propriedade já é possível pelo vendedorsuportar o Imposto Único de Circulação (IUC) de um carro que já não é seu.

Quem vende o carro já pode mudar o registo de propriedade do veículo para o nome do comprador. Foi hoje publicado em Diário da República o procedimento especial para o registo da propriedade de veículos adquirida por contrato verbal de compra e venda.

Esta possibilidade é particularmente útil, por exemplo, no caso de o comprador de um automóvel não ter mudado o registo de propriedade e de o vendedor continuar a ter de suportar o Imposto Único de Circulação (IUC) - o antigo selo do carro - de um automóvel que já não é seu.

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Maioria aceitou propostas do PS e alargou a medida a 154 mil famílias.Famílias numerosas têm benefícios na compra de carro novo com mais de 5 lugares

A partir do próximo ano, 154 mil famílias vão poder beneficiar de uma redução de 50% do imposto na compra de carros com mais de cinco lugares. A maioria parlamentar PSD/CDS aprovou ontem uma proposta de redução do Imposto Sobre Veículos (ISV) na compra de ligeiros de passageiros, com lotação de mais de cinco lugares para famílias com três ou mais filhos.

A maioria acatou as alterações propostas pelo PS, nomeadamente a isenção de 50% do ISV para famílias com três filhos, quando o PSD/CDS propunham que a medida se aplicasse a famílias só com quatro ou mais dependentes. A proposta final também incluiu o tecto para o benefício fiscal de 7.800 euros, reclamado pelos socialistas.

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Com a nova lei, em princípio, o vendedor não fica dependente do comprador e pode fazer o registo para deixar de ser o proprietário do carro.

Em vigor a partir de 19 de dezembro, o diploma possibilita, a quem vende um carro, requerer a alteração de registo. Atualmente, é ao novo proprietário do automóvel que cabe a tarefa de regularizar o registo de propriedade, no prazo de 60 dias a contar da data da venda. Quando isso não é feito, as responsabilidades relativamente à viatura (por exemplo, o pagamento do IUC) continuam a ser do titular do registo de propriedade, ou seja, o antigo dono. Pretende-se assim resolver situações em que, por inércia ou má-fé do comprador, o registo não é atualizado com o nome do novo proprietário.

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Agravamento do imposto sobre ligeiros de passageiros diesel, em 2014, vai abranger grande fatia do parque automóvel.Bus29

Quase dois terços dos 5,8 milhões de veículos que compõem o parque automóvel português são movidos a gasóleo, um universo que inclui não apenas os ligeiros de passageiros que, em 2014, serão abrangidos por um agravamento do Imposto Único de Circulação (IUC), mas também os comerciais ligeiros, os pesados de mercadorias e os autocarros.

O fenómeno da “dieselização” está bem presente nas vendas de carros novos e os dados dos últimos cinco anos não deixam margem para dúvidas. Entre 2008 e 2012, o número de ligeiros e passageiros movidos por este tipo de combustível representou 68% dos carros comercializados, segundo dados calculados pelo PÚBLICO a partir de números cedidos pela Associação Automóvel de Portugal (ACAP). E em 2012 o seu peso já superava os 70%.

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Contribuintes só deixam de ter o carro em seu nome se houver transferência de propriedade ouMonkey Business 2 anulação de matrícula.

Os contribuintes continuam a receber cartas do Fisco para pagar o Imposto Único de Circulação (IUC) - o antigo selo do carro - relativo a anos anteriores e, muitas vezes, de viaturas que já não têm.

A reforma do imposto automóvel, que entrou em vigor em Julho de 2007, passou a fazer incidir o imposto sobre o proprietário do veículo e não sobre o carro. Desta forma, quem ainda tem automóveis registados em seu nome, pode vir a ser chamado a pagar pelo imposto de um carro que já não é seu. Ou porque o automóvel foi vendido e o novo proprietário não mudou o registo do veículo, ou porque o carro foi para a sucata e não há provas disso, os contribuintes são obrigados a pagar o imposto em falta, porque a propriedade continua em seu nome.