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Morada do condutor será retirada da face da carta e passa a ser usada a que consta na base de Carta de Condução com diversas alterações em 2017dados do cartão do cidadão

Os condutores vão deixar, já a partir de janeiro, de alterar a carta de condução quando mudam de morada, passando a contar a que está registada no cartão do cidadão, foi hoje anunciado.

Esta é uma das medidas de alteração à emissão de títulos de condução, projeto intitulado pelo Governo de "carta sobre rodas" e integrado no programa Simplex, hoje apresentadas no Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT).

Segundo o IMT, a informação relativa à morada do condutor é retirada da face da carta de condução, passando a constar apenas na base de dados do IMT, sendo aquela que consta do cartão do cidadão.

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Crimes rodoviários obrigam a tirar novo título.Carta de condução com sistema de pontos

Todos os automobilistas vão ter, a partir de 1 de junho de 2016, uma nova carta de condução que funciona por pontos. Quem tiver contraordenações pendentes na carta não fica livre das consequências.

A cada condutor são atribuídos 12 pontos que vão diminuindo à medida que são cometidas infrações. Uma contraordenação grave vale dois pontos, uma muito grave leva a um corte de quatro pontos e os crimes rodoviários representam menos seis na carta.

A contabilidade da perda de pontos é determinante para a cassação da carta quando o condutor só tem quatros pontos, altura em que terá de frequentar aulas de formação rodoviária. Se o condutor ficar só com dois pontos, é obrigado a novo exame de código. Se faltar, perde a carta de condução. Quando são atingidos os 12 pontos em infrações, há perda da carta por um período de dois anos.

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Alguns leitores perguntaram-nos se o Código da Estrada prevê coimas para quem conduz de chinelos. A resposta é não.

O Código da Estrada não determina que tipo de vestuário e de calçado pode ser usado durante a condução. O que existe é uma prescrição genérica segundo a qual os condutores devem "abster-se da prática de atos suscetíveis de prejudicar o exercício da condução com segurança".

Essa prescrição apela ao bom senso. Indica que o condutor deve evitar situações que coloquem em causa a sua capacidade de guiar sem representar perigo, para si e para os outros.