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Ter acesso aos ‘spreads’ mais baixos praticados pelos bancos não é umaMan__Vultures tarefa fácil. Conheça as condições que tem de apresentar.

1. Rácio financiamento/garantia inferior a 60% ou mesmo a 50%. Quanto maior for a entrada que der para a casa, maiores são as probabilidades de obter um ‘spread' mais atractivo. Para obter o ‘spread' mínimo na Caixa Galicia (0,5%), no Banco Popular (0,6%) e no Barclays (1,3%) tem de apresentar um rácio LTV ('loan to value') igual ou inferior a 60%. Quer isto dizer que os consumidores têm de pedir empréstimo num montante equivalente a apenas a 60% do valor casa. No caso do BBVA, por exemplo, o rácio de financiamento tem de ser ainda mais baixo (50%) para poder gozar de um ‘spread' de 0,4%. Isto significa que o consumidor tem de ter em carteira dinheiro disponível para pagar metade da casa que quer comprar.

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O Diário Económico analisou os ‘spreads’ mínimos praticados no crédito ànoticias habitação em 13 bancos.

Ano novo, vida nova...mas os problemas continuam os mesmos, especialmente, para quem precisa de recorrer ao crédito para comprar casa. A escalada dos ‘spreads' verificada em 2010 promete continuar em 2011. Desde o início do ano, pelo menos quatro bancos já procederam a subidas deste indicador. E a tendência é para continuar. Em declarações ao Diário Económico, fonte do BBVA - o banco que actualmente apresenta o ‘spread' mínimo mais baixo do mercado (0,4%) - afirma que ainda este mês vai fazer um novo aumento. "O spread de 0,4% irá ser alterado para 0,9% como reflexo do contexto macroeconómico e das restrições de liquidez, as quais influenciam o prémio de risco a pagar pelos clientes". Também o Banco Popular e a Caixa Galicia não descartam a possibilidade de virem a fazer o mesmo.

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Além dos ‘spreads’, os consumidores devem estar atentos às comissões debusiness-clipart-dollar_sign dossier e avaliação, bem como aos prémios dos seguros.

Tal como na política "há vida para além do défice", também no crédito à habitação "há vida para além do ‘spread'". É certo que este é o indicador para o qual os consumidores que pretendem fazer um empréstimo para a compra de casa dirigem a sua atenção. E não é difícil perceber as razões de tamanha preocupação. O peso que o valor do ‘spread' tem no cálculo da taxa de juro nominal (TAN) é enorme. Mais de metade do valor TAN actualmente praticada pelos bancos corresponde ao ‘spread'.

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"Tenho vários créditos que não consigo pagar que rondam os 30.000 euros ebusiness-clipart-opportunity tenho também crédito à habitação (…). Tenho um rendimento de 600 euros, a esposa desempregada sem vencimento e dois filhos menores. Não sei o que fazer. Ontem entrou no meu emprego a primeira penhora de vencimento e estou desesperado".

Quando recebi este texto, enviado por um espectador de "A Cor do Dinheiro", a primeira reacção foi questionar-me sobre o valor da dívida: como é que alguém que ganha 600 euros contraiu créditos (pessoais) de 30 mil euros? Mas depois de falar com um banco percebi que a tragédia é real: os bancos não dispunham, até há pouco, de informação actualizada sobre quanto (e a quem já devia) o cliente que pedia crédito. Houve casos de devedores que pediam dinheiro a A, depois recorriam a B e finalmente a C.

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BES apresenta valor mais alto do sector em Portugal

Os «spreads» cobrados pelos bancos não param de disparar. Desde o início do ano,business-clipart-cashregister02 quatro bancos já aumentaram a margem que cobram aos clientes na concessão de financiamento para a compra de habitação. E, no espaço de um ano, a prestação da casa subiu 15%.

Segundo o «Jornal de Negócios», há bancos a praticar «spreads» próximos dos 5%. É o caso do BES, que apresenta o valor mais alto do sector em Portugal, já que cobra uma taxa máxima de 4,8%.