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A partir de janeiro tarifas ficam mais carasen colere-05

Em 2013 os portugueses vão ver várias das suas faturas ficarem mais caras logo a partir de janeiro. A eletricidade vai subir 2,8%, assim como o gás, que vai aumentar 2,5%, valor que será revisto trimestralmente até ao final de 2015, altura em que o mercado ficará totalmente liberalizado.

Andar nas estradas nacionais também vai sair mais caro. Os preços das portagens nas auto-estradas e ex-SCUT vão aumentar cerca 2,03%, de acordo com a fórmula de cálculo que resulta da taxa de inflação homóloga, divulgada em novembro pelo Instituto Nacional de Estatística. O aumento previsto das portagens no próximo ano compara com uma subida de 4,36% verificada em 2012.

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DECO diz que é preciso adotar estilo de vida compatível com menor rendimentoBuy 2

Os portugueses têm que reajustar o orçamento familiar face à queda do rendimento disponível, de forma a evitarem entrar em situações de sobre-endividamento, defendeu Fernanda Santos, responsável da DECO, na véspera do Dia Mundial da Poupança.

«Alertamos as famílias a fazerem o reajustamento do orçamento familiar, já que o rendimento disponível está a cair, o desemprego a aumentar, e o perigo de caírem em situações de incumprimento é cada vez maior», salientou à agência Lusa a coordenadora do departamento de formação e novas iniciativas da Associação Portuguesa para a Defesa dos Consumidores.

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Os rendimentos obtidos ou transferidos para offshores vão pagar 35% de imposto em sede de IRS.Bus9

Este valor consta da proposta de lei do Governo que consiste no agravamento da tributação para rendimentos de capitais e casas de luxo, além de um reforço no combate à fraude e evasão fiscais.

Actualmente, os rendimentos provenientes e transferidos para paraísos fiscais estão sujeitos a uma taxa de 30%.

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A Associação Portuguesa de Seguradores (APS) vai reunir nos próximos dias para analisar impacto da medida que foi aprovada estahouse0206 semana na comissão de orçamento e finanças.

A proposta do PS, aprovada por unanimidade na terça-feira, parece abrir a porta ao resgate antecipado dos Planos Poupança Reforma (PPR). Segundo a nova redacção da lei, os portugueses poderão recorrer ao resgate antecipado dos seus PPR, sem penalizações e sem perda de benefícios fiscais, para pagarem prestações do seu crédito à habitação. Em resposta ao Diário Económico, a APS prefere não comentar para já o alcance da medida, já que a considera "vaga", adiantando que irá reunir nos próximos dias uma comissão para analisar o o seu impacto no sector.

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As remunerações dos depósitos a prazo têm vindo a cair ao longo dos últimos meses e já não são tão atractivas face ao ano passado.Buy 1

O último ano pode equiparar-se ao "El Dorado" para os adeptos dos depósitos a prazo. A escalada das remunerações que chegaram a atingir os 7% em alguns casos, levou a que os aforradores portugueses se rendessem a este tipo de aplicações. Mesmo num ano de crise económica, os bancos conseguiram angariar em 2011 o segundo valor mais elevado de sempre em novos depósitos a prazo: perto de 117 mil milhões de euros, segundo dados do Banco de Portugal. Contudo, a realidade actual é bastante diferente. Há vários meses que a remuneração dos depósitos a prazo vem a cair. Em Julho, a média das taxas de juro das novas aplicações a prazo foi de 3,16%, consideravelmente abaixo dos 4,53% que se verificava em Outubro do ano passado, altura em que estas bateram máximos. Perante essa evolução, há uma pergunta que se impõe colocar: Face à recente quebra nas remunerações dos depósitos a prazo, terá terminado o reinado dos depósitos a prazo e será a altura dos aforradores portugueses focarem as suas atenções noutro tipo de aplicações? Os números e as opiniões dos especialistas mostram que o investimento em depósitos continua a fazer sentido, mas a concorrência de aplicações com retornos atractivos é cada vez maior.