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O Económico visitou como cliente-mistério quatro lojas para saber quanto ofereciamBank por uma pulseira de ouro com pedras preciosas.

A pulseira francesa, dos finais do século XIX, repousava na balança electrónica e o silêncio tomou conta das negociações por uns segundos. A jóia tem cinco pérolas naturais, foi cravejada com seis safiras e os elos fundidos e trabalhados à mão por mestres artesãos. Naquele momento, uma peça com dois séculos de história e trabalhada à mão, não passava de um objecto vulgar. "Qual é o valor justo para si?", perguntou o funcionário de um ‘franchising' da Gold Buyers, uma das muitas lojas que compram e vendem ouro em Portugal.

O cliente-mistério salientou a presença de pedras preciosas na pulseira. "Não tenho formação para as avaliar", disse o rapaz, na casa dos 20 anos. Depois, num tom mais seco, acrescentou que poderia ligar para a chefe, na esperança de aumentar o valor oferecido.

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Fazer crescer dinheiro no momento actual, não é tarefa fácil. Numa altura em que o medo e a turbulência dosmoney mercados afecta a performance de várias classes de activos, é difícil encontrar "um fermento" que permita multiplicar as poupanças.

A tarefa torna-se ainda mais complicada para os investidores passivos que- por comodismo, falta de informação ou de tempo- não procuram activamente no mercado as melhores soluções financeiras. Os dados do Banco de Portugal relativos ao estudo sobre literacia financeira, mostram que 56% dos inquiridos não faz uma comparação dos produtos disponíveis nas várias instituições antes de fazer um investimento. Mas fazer esse trabalho de casa e comparar a oferta entre os vários bancos pode-lhe dar muito frutos. Por exemplo, para um depósito a um ano há bancos que oferecem taxas que variam entre os 0,1% e os 6%. Isto significa que para uma aplicação no valor de 10 mil euros, a mais-valia que um investidor pode obter ao fim de um ano oscila entre os 8 e os 471 euros líquidos. Os números mostram, assim, o impacto que a diferença que alguns pontos percentuais na rentabilidade de um produto financeiro pode exercer no seu património. Curiosamente, no inquérito sobre Literacia Financeira do Banco de Portugal, a rentabilidade aparece como o factor mais determinante para a escolha de um produto financeiro, segundo os portugueses inquiridos

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A par de um acesso ao crédito cada vez mais difícil, vai crescendo uma novaCashhand forma de financiamento que não implica taxas, juros, ou especulação.

Chama-se crowdfunding e é o conceito utilizado para definir um “financiamento colaborativo” em que os investidores são pessoas comuns que apostam num negócio pelo seu projecto e ajudam a realizá-lo investindo um mínimo de 5 euros.

O fenómeno é recente em Portugal mas já são três as plataformas online que disponibilizam este “acesso” simplificado ao crédito e à concretização de sonhos.

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O "perdão" de dívida à Grécia tem gerado alguma preocupação entre aquelesBank que têm parte das poupanças investidas em produtos de aforro do Estado. Apesar de não ser possível garantir que estes nunca serão "beliscados", mesmo que Portugal se veja na mesma situação em que está a Grécia, nada faz prever que os aforradores possam perder dinheiro.

A Grécia está num processo de reestruturação de dívida pública que tem preocupado os leitores do Negócios e, especialmente, aqueles que têm parte das poupanças investidas nos produtos do Estado: os certificados de Aforro (CA) e os certificados do Tesouro (CT). O ponto principal a reter é que, apesar de um "default" num país da Zona Euro ser "água nunca dantes navegada", o que está a ser negociado na Europa é um "perdão" de dívida por parte dos grandes investidores institucionais, os bancos privados.

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Saiba em cinco pontos o que é e como funciona o “PPR do Estado”. Bus3

1 - O que são os certificados de reforma?
O seu lançamento em Março de 2008 pelo Governo surgiu no seguimento da reforma do sistema de Segurança Social e da introdução do "factor de sustentabilidade". São uma espécie de "PPR do Estado" e dão a possibilidade a qualquer trabalhador que esteja inscrito na Segurança Social de fazer um desconto adicional do seu salário, ao longo da vida activa, para um fundo público de pensões, constituindo assim um complemento para a sua pensão futura.