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A nova condição de “lixo” da dívida portuguesa afecta a moral nacional masBuy_Sell não necessariamente as suas poupanças.

A palavra "lixo" entrou no léxico mediático nacional nos últimos três dias. Da conversa de café à elite dos comentários, com maior ou menor propriedade, todos dizem que o país é agora "lixo". Perante uma imagem de cheiro pouco agradável teme-se como nunca o pior. Os meus depósitos estão seguros? Os bancos vão falir? Devo retirar o meu dinheiro do país? Portugal vai entrar em bancarrota? Ser "lixo" não é sinónimo de um fado argentino.

Devo investir em fundos de obrigações?
Quase todos os fundos de obrigações têm limites à exposição a títulos classificados como ‘junk bonds', como é agora o caso da dívida soberana nacional e por acréscimo, de algumas empresas. De forma a cumprir os limites estabelecidos na política de investimento dos fundos, muitos gestores terão de fechar posições em dívida portuguesa, assumindo as perdas. Este não é o melhor momento para estar investido em fundos de obrigações, principalmente portugueses.

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Varinha mágica. Pózinhos de pirlimpimpim. Ou simplesmente, o Euromilhões. Estesfright são alguns dos elementos mais desejados pelas famílias portuguesas para conseguirem enfrentar os efeitos nefastos da actual crise económica e financeira que o País atravessa. Os sucessivos pacotes de medidas de austeridade associados à subida dos juros no crédito à habitação têm complicado a vida de muitos portugueses, levando oito mil novas famílias a deixarem de pagar as prestações da casa só no primeiro trimestre deste ano. Perante o actual retrato e a certeza de que o País deverá manter-se em recessão, muitas pessoas gostariam de ter poderes mágicos para amenizar a situação. Mas os especialistas são unânimes numa conclusão: não há fórmulas mágicas para fintar o impacto da subida dos juros. "As pessoas têm de ajustar os seus padrões de consumo. E como temos mais controlo sobre os nossos custos do que sobre as nossas receitas, temos de separar aquilo que é prioritário daquilo que é acessório", assegura o economista e professor universitário João Cantiga Esteves.

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Antes de fazer as malas tem de analisar dez aspectos da sua vida financeira.Bus40 Não vá de férias sem fazer o teste ao seu património. Se o fizer, verá que conseguirá passar uns dias de descanso sem pensar nas suas finanças.

A maioria dos veraneantes não quer saber das suas finanças. "As férias são para descansar", pensam. É verdade: não faz sentido fazer uma pausa da vida profissional que não inclua também um intervalo para deixar de pensar no dinheiro. Contudo, antes de começar as férias deve passar o seu património a pente fino. É preciso afinar o orçamento para ir gozar sem pensar nele. Eis dez passos que deve tomar antes de calçar os chinelos e vestir o fato-de-banho.

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Apesar do corte dos benefícios fiscais associados aos PPR, os especialistasBizfairy ainda encontram vantagens neste produto de poupança.

Os planos poupança reforma (PPR) foram durante muitos anos um produto "estrela" para os aforradores portugueses. Uma tendência justificada não tanto por permitirem constituir um complemento da reforma mas sobretudo pelo efeito "benefício fiscal" propagandeado muitas vezes pelos bancos, sobretudo no final de cada ano. Contudo, a realidade actual é muito diferente. Com o forte corte dos benefícios fiscais que o Orçamento do Estado para 2011 veio impor, grande parte da atractividade dos PPR parece ter-se desvanecido para os aforradores. A prová-lo estão os números das subscrições desde o início do ano, que sofreram uma grande redução.

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Basta recorrer a uma fórmula simples para verificar o ritmo de valorização dasBank suas poupanças.

Na mitologia, o Rei Midas tinha o poder de transformar em ouro todos os objectos em que tocava. No mundo real são poucos aqueles que se podem congratular em ter um poder semelhante ao do rei da Frígia e conseguirem multiplicar a sua riqueza. Warren Buffett é um dos poucos que conseguiu atingir tal feito e multiplicar o seu património. Mas não precisa de ser um mega-investidor para conseguir multiplicar dinheiro. Mesmo com um pé-de-meia modesto é possível colocar o seu dinheiro a crescer. Ele crescerá mais ou menos consoante a sua estratégia de investimento.