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De forma a facilitar o arrendamento e no âmbito da dificuldade em conseguirHomeless_-_Cartoon_1 crédito para compra de habitação, o Governo aprovou ontem novas regras de despejo.

Saiba o que fazer se for proprietário, e como se pode defender se for inquilino.

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Novas regras foram aprovadas esta quinta-feira em Conselho de MinistrosBlown_Away

Se deixou de pagar a renda da sua casa, arrisca-se a ser despejado. E rapidamente.

As novas regras para estimular o mercado de arrendamento, incluindo os despejos automáticos, foram aprovadas esta quinta-feira em Conselho de Ministros e estabelecem que, depois de três meses de atraso no pagamento da renda, o inquilino arrisca-se a que o senhorio ponha em prática o processo de despejo.

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Senhorios e inquilinos podem fazer deduções à colecta. Saiba quais asBearish2 condições.

Os contribuintes que vivam em casas arrendadas só poderão deduzir a renda no IRS se o contrato de arrendamento for registado nas Finanças e o senhorio passar os respectivos recibos. Também o senhorio poderá efectuar deduções específicas aos rendimentos prediais (categoria F), mas só as que são consideradas pelo fisco. O senhorio e o inquilino devem, assim, celebrar contratos em triplicado: um exemplar fica com o proprietário, outro com no serviço de finanças e o terceiro na posse do inquilino. As deduções específicas, bem como a dedução à colecta das rendas suportadas pelo inquilino, só são aceites por lei, se o contrato tiver sido entregue nas finanças (pelo proprietário ou inquilino).

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Saiba onde estão as mais caras e as mais baratas e como é possívelChart_-_Down_1 encontrar valores com grandes diferenças na mesma zona

A renda de uma casa em Campolide, em Lisboa, varia entre 500/650 euros enquanto uma nas Amoreiras pode ultrapassar os dois mil euros, diz a experiência de um mediador imobiliário da zona.

José Monteiro, director comercial da imobiliária ERA Amoreiras, conta ainda que no mesmo prédio há quem pague 50 euros e noutro andar 2.500, escreve a Lusa.

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Se os bens forem avaliados por um valor inferior ao real, o consumidorWaving_White_Flag arrisca-se a receber uma indemnização insuficiente.

Dez milhões de portugueses para 5,7 milhões de habitações: do total, apenas 20% correspondem a contratos de arrendamento. Este mercado tem vindo a fortalecer-se nos últimos anos, mas a grande maioria dos cidadãos ainda prefere comprar o lugar onde vive. Com a propriedade, vêm algumas obrigações, entre as quais a subscrição de seguros. A lei só exige uma apólice para cobrir o risco de incêndio a quem vive em condomínio, mas os seguros multirriscos-habitação ganham cada vez mais adeptos. Por mais alguns euros, acautelam outros infortúnios.