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A crise mudou o imobiliário. As casas não valorizam, baixar preços não chega para vender e quem comprahome 1 ou paga muito ou muito pouco

Ana Teresa Figueiredo está há três anos a tentar vender a moradia que tem em Porto Salvo, no concelho de Oeiras. Os mesmos há que o marido está desempregado. Teve várias visitas e propostas e uma quase se concretizou, mas o casal de idosos que estava interessado não conseguiu crédito. Foi em 2012 e os bancos estavam mais exigentes do que nunca. Depois disso ainda apareceu uma figura pública que ofereceu um valor tão baixo que Ana Teresa teve de recusar.

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Semelhante à recente iniciativa de Pague menos Luz, desta vez a Associação de Defesa do Consumidor - Deco Proteste -Man  Vultures foca a sua atenção na cobrança excessiva e na avaliação eventualmente imprecisa do IMI.

Com efeito, disponibilizou online um simulador em que é possível calcular se está a pagar o valor correcto de IMI pelo seu imóvel.

Veja abaixo o comunicado de imprensa feito pela DECO:

Milhares de portugueses pagam mais imposto municipal sobre imóveis (IMI) do que devem.

Há cerca de um ano e meio, a DECO escreveu ao Parlamento e ao ministro das Finanças a denunciar as falhas no cálculo do IMI. No entanto, não obteve qualquer resposta. Por ser um assunto demasiado grave e porque os portugueses já estão sobrecarregados de impostos, a associação de defesa do consumidor pretende agora ser ouvida pelo Governo.

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Desde 1 de dezembro 2013, quem publicitar a venda ou o arrendamento de uma casa sem certificado de home 18eficiência energética está sujeito a uma multa entre 250 e 3740 mil euros (2500 a 45 mil euros, nos imóveis de empresas).

Os proprietários dos imóveis que promovam a venda ou o arrendamento de uma casa que não tenha certificado de eficiência energética ficam sujeitos ao pagamento de uma multa que pode ir dos 250 até aos 45 mil euros. No caso de sujeitos singulares que não cumpram a nova lei, as multas começam nos 250 euros e vão até 3 740 euros. Para sujeitos colectivos, variam entre 2 500 e 45 mil euros. Esta medida começou a ser aplicada e abrange todo o tipo de anúncios (online e jornais) e empresas de mediação. Se até aqui a venda ou o arrendamento de uma casa já implicava a existência de um certificado energético, a partir de agora há a obrigatoriedade de o ter a partir do momento em que se publicita o imóvel.

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Proprietários estão desesperados. Emigração e falta de nascimentos justificam tendênciaBus12

As associações de proprietários dizem que é cada vez mais difícil arrendar uma casa. A justificação é a crise económica à qual se juntou a emigração e a saída de muitos estrangeiros que viviam em Portugal, sobretudo na periferia das grandes cidades, escreve a «TSF».

A falta de nascimentos leva a Associação Nacional de Proprietários a temer que o futuro tenha ainda mais casas sem ninguém. À «TSF», o presidente António Frias Marques diz que é preciso pensar se não vamos ter de demolir muitas habitações.

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Foi publicado em Diário da República (DR), 2.ª série — N.º 182 — 20 de setembro de 2013, o coeficiente oficial para actualização das rendas para 2014.home 1

Instituto Nacional de Estatística, I. P.

Aviso n.º 11753/2013

O artigo 24.º da Lei n.º 6/2006, de 27 de fevereiro, que aprova o  Novo Regime do Arrendamento Urbano (NRAU), bem como o n.º 5 do artigo 11.º do Decreto-Lei n.º 294/2009, de 13 de outubro, que aprova o Novo Regime de Arrendamento Rural (NRAR), atribui ao Instituto Nacional de Estatística o apuramento do coeficiente de atualização anual de renda dos diversos tipos de arrendamento, o qual deve constar de aviso a ser publicado no Diário da República até 30 de outubro.
Nestes termos, torna-se público, em cumprimento do disposto no n.º 2 do artigo 24.º da Lei n.º 6/2006, de 27 de fevereiro e n.º 5 do artigo 11.º do Decreto -Lei n.º 294/2009, de 13 de outubro, que o coeficiente de atualização dos diversos tipos de arrendamento urbano e rural, para vigorar no ano civil de 2014 é de 1,0099.

11 de setembro de 2013. — A Presidente do Conselho Diretivo, Alda de Caetano Carvalho