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Os proprietários que arrendam casas, mas que não passam recibo, vão ficarOffice_Building_4 fora do regime transitório favorável que as Finanças desenharam que tem em conta o valor das rendas cobradas, muitas delas baixas. Isto é, os senhorios sem contratos de arrendamento vão sentir mais o aumento do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) e o efeito da reavaliação das casas. Até 31 de Agosto do próximo ano chegará a hora da verdade para estas pessoas.

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Com o acesso ao crédito bancário cada vez mais difícil, o Económico mostra-Office_Building_1lhe os preços de arrendamento para um T1, T2 e T3 em Lisboa.

A subida das taxas de juro e as regras mais rígidas das instituições financeiras em conceder empréstimos para aquisição de casa estão a levar cada vez mais famílias a recorrer ao arrendamento.

"Há dois anos e meio, em cada 100 pessoas havia 70 interessadas em comprar casa. Hoje em dia é ao contrário. Em cada 100 há 70 que procuram arrendar", explica Luís Lima, presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação (APEMIP).

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Mais de 5.600 jovens candidataram-se ao programa de apoio ao arrendamentonoticias jovem na fase que começou a 30 de Setembro.

No total, foram 5.634 que pediram a ajuda do Estado, mais 2,2% do que no mesmo período do ano passado.

A crise e as dificuldades na concessão de crédito para compra de casa própria justificam o aumento. No entanto, os resultado das candidaturas não são ainda conhecidos.

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A boa notícia é que quem tem isenção temporária de IMI vai poder gozá-la até ao fim. Mas as taxasHouse_-_Cartoon_4 sobem.


Quem tem isenções não as perde
Ao contrário do que estava implícito no memorando assinado com a troika, os proprietários que já estão a beneficiar da isenção temporária de IMI vão poder mantê-la até ao fim. As regras alteram-se, contudo, para quem comprar casa a partir de 31 de Dezembro de 2011. Esses proprietários apenas terão direito a isenção de IMI por três anos (até agora podia ir até aos oito), caso o imóvel tenha um valor patrimonial tributário até 125.000 euros (até aqui podia ir até 236.200 euros) e apenas se o rendimento colectável do agregado familiar não for superior a 153.300 euros.

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A solução estudada pelo Governo aponta para uma isenção unificada de três anos. noticias

Os contribuintes com casa própria vão ter menos tempo de isenção de IMI. Os actuais prazos - de oito anos, para as casas até 157.500 euros e de quatro anos para casas entre aquele valor e 236.250 euros - deverão ser reduzidos para apenas três anos.

Esta é outra das alterações que deverá constar do próximo Orçamento do Estado (OE/12). A ‘troika' já tinha imposto uma redução considerável das isenções de IMI e a opção escolhida pelo Governo de Passos Coelho deverá ser o período temporal de três anos. Com esta medida, o Estado deverá encaixar mais 250 milhões de euros. Actualmente, a receita de IMI reverte para as autarquias e ronda os mil milhões de euros. No entanto, a receita adicional deverá ir toda para os cofres públicos, intenção que está a levantar polémica junto das autarquias.