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Os aumentos previstos de 3,3 por cento nas rendas a partir de Janeiro deverão afetar cerca de 627 mil famílias, oOffice Building 4 número de contratos de arrendamento que o INE tem registados desde 1975.

As rendas de casa deverão registar a partir de Janeiro o maior aumento desde 2004, com uma subida de 3,3 por cento, tendo em conta a inflação dos últimos meses.

Este aumento significa uma subida na renda de quatro euros mensais num contrato assinado na década de 80, dez euros por mês em contratos posteriores a 1990 e 20 euros mensais em contratos recentes.

O Jornal de Negócios lembra que as rendas são atualizadas segundo a variação do Índice de Preços no Consumidor sem Habitação correspondente aos últimos 12 meses.

Daí que o valor da subida das rendas deva rondar os 3,3 por cento, uma vez que este índice se fixou em 3,35 por cento em Julho, prevendo, contudo, que desça em Agosto.

Estes aumentos deverão afetar cerca de 627 mil famílias, equivalente ao número de contrato de arrendamento que o Instituto Nacional de Estatística tem registados a partir de 1975.

Quem tem um contrato de arrendamento anterior a 1967 deverá preparar-se para um aumento de cinco por cento em 2013, um aumento que deverá significa uma subida de cerca de dois euros mensais, uma vez que as 150 mil famílias nestas situações pagam, em geral, rendas muito baixas.

Fonte: TSF


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