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Fitch estima que desvalorização, nos próximos dois anos, seja de 13%. Mas o mercado já sofreu um processo de ajustamento e caiu 17% nos últimosHouse 45 anos

O preço das casas vai continuar a cair: a queda rondará os 13% nos próximos dois anos, valor a que se junta à redução já sentida pelo mercado nos últimos anos - cerca de 17% - o que levará a um movimento de correção inevitável de 30%, desde que o mercado atingiu o seu pico.

A verdade é que também o mercado imobiliário está nas mãos de Vítor Gaspar e dos elementos da troika: «O rendimento disponível das famílias têm influência no comportamento do mercado», explica à TVI Joaquim Montezuma Carvalho, do ISEG. O especialista sublinha que além da quebra no rendimento disponível, também a escassez no crédito bancário contribui para esta redução do preço das casas.

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Optar pelos leilões para comprar casa pode ser um negócio muito rentável. Contudo, existem alguns cuidadosOffice_Building_4 que não devem ser ignorados em todo esse processo. Aqui ficam alguns alertas.

1. Escolha a casa antes do leilão:
O primeiro passo a dar antes de ir a um leilão é definir em que tipo de imóveis está interessado. Nomeadamente, a tipologia, o ano de construção, a zona geográfica e, claro, a base de licitação e o preço que está disposto a pagar. Informe-se também do valor patrimonial da casa. É necessário ter em conta que esse valor normalmente é inferior ao preço de mercado.

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A boa notícia é que quem tem isenção temporária de IMI vai poder gozá-la até ao fim. Mas as taxasHouse_-_Cartoon_4 sobem.


Quem tem isenções não as perde
Ao contrário do que estava implícito no memorando assinado com a troika, os proprietários que já estão a beneficiar da isenção temporária de IMI vão poder mantê-la até ao fim. As regras alteram-se, contudo, para quem comprar casa a partir de 31 de Dezembro de 2011. Esses proprietários apenas terão direito a isenção de IMI por três anos (até agora podia ir até aos oito), caso o imóvel tenha um valor patrimonial tributário até 125.000 euros (até aqui podia ir até 236.200 euros) e apenas se o rendimento colectável do agregado familiar não for superior a 153.300 euros.

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A solução estudada pelo Governo aponta para uma isenção unificada de três anos. noticias

Os contribuintes com casa própria vão ter menos tempo de isenção de IMI. Os actuais prazos - de oito anos, para as casas até 157.500 euros e de quatro anos para casas entre aquele valor e 236.250 euros - deverão ser reduzidos para apenas três anos.

Esta é outra das alterações que deverá constar do próximo Orçamento do Estado (OE/12). A ‘troika' já tinha imposto uma redução considerável das isenções de IMI e a opção escolhida pelo Governo de Passos Coelho deverá ser o período temporal de três anos. Com esta medida, o Estado deverá encaixar mais 250 milhões de euros. Actualmente, a receita de IMI reverte para as autarquias e ronda os mil milhões de euros. No entanto, a receita adicional deverá ir toda para os cofres públicos, intenção que está a levantar polémica junto das autarquias.

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Os contratos de compra e de arrendamento já celebrados, as deduções no IRS não acabam já masHouse_45 serão muito limitadas.

Os encargos com a casa vão deixar de ser dedutíveis no IRS. A medida será válida para os novos contratos de compra de habitação ou arrendamento celebrados a partir de Janeiro do próximo ano, apurou o Diário Económico. Para quem já comprou ou arrendou casa, a dedução à colecta será muito limitada.

As medidas já eram esperadas uma vez que constam do memorando de entendimento entre a ‘troika' e Portugal, mas faltava ainda concretizá-las. A solução deverá constar do próximo Orçamento do Estado (OE/12), que o Governo vai aprovar amanhã em Conselho de Ministros e apresentar segunda-feira na Assembleia da República.